Entenda a Crise no Brasil e outros lugares
17/04/2015 20:49
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“Existe corrupção no Chile, mas não é generalizada, e o fato de que se descubram casos, se investigue e se puna os responsáveis significa que a instituição funciona, e é esse o sinal de confiança que a cidadania espera”, afirmou Bachelet. "O fato de que se esteja investigando seus próprios familiares ou que haja empresários em prisão preventiva demonstra que o governo do Chile não está tentando ocultar nada", assegurou Bachelet. E prosseguiu: "Aqui não há cidadãos de primeira e de segunda classe", destacou a chefe de Estado, cuja popularidade caiu abruptamente nas últimas semanas, segundo mostram as pesquisas. Para lidar com o escândalo, Em março, a presidente criou uma comissão de especialistas para levantar propostas anticorrupção, que foi criticada pelos movimentos sociais, por contar com representantes dos partidos. O deputado independente Giorgio Jackson, oriundo do Movimento Estudantil chileno, afirmou que “essa iniciativa carece de sensibilidade, porque a sociedade não ficará satisfeita com uma solução nascida a partir dos próprios suspeitos de corrupção”.
(Victor Farinelli | Santiago - 08/04/2015 – 19h35) - Ler na integra este artigo em...
Eleição em Israel mostra que cidades mais ricas votaram na esquerda e, mais pobres, na direita
Quem observar o mapa das eleições em Israel poderá perceber que as cidades mais ricas do país, como Tel Aviv e Haifa, votaram no campo de centro-esquerda. Já as cidades mais pobres, como Jerusalém e Netivot, votaram em partidos da direita. O quadro em Israel, no entanto, é bastante diferente dos resultados da eleição no Brasil, onde as regiões mais pobres concentraram votos em Dilma Rousseff (PT) e as mais ricas em Aécio Neves (PSDB). (Jomarion...Em Israel há muitas e diferentes tribos, mas no geral ricos e pobres estão separados)

A "tribo branca", também denominada a "bolha de Tel Aviv", inclui judeus de origem europeia, laicos, de classe média e alta, que em sua maioria votaram em partidos de centro e de esquerda. No entanto, a "tribo branca" é minoria no país. De acordo com os votos em Jerusalém, por exemplo, os partidos de direita, extrema-direita e religiosos obteriam 93 das 120 cadeiras no Parlamento.
Na capital de Israel, a maioria da população pertence a outras “tribos”: dos ultraortodoxos, dos nacionalistas-religiosos, e do Likud — predominantemente apoiado pelo setor dos judeus orientais, originários dos países árabes. Entre as grandes cidades, Jerusalém é a mais pobre e lá os partidos de centro e de esquerda ficaram com apenas 22% dos votos.
O ressentimento dos judeus orientais contra os judeus ocidentais, por terem sido enviados para colonizar as periferias e para fazer trabalhos braçais, foi manipulado pela direita, ainda na época do ex-premiê Menachem Begin, que levou o Likud ao poder em 1977, graças aos votos dessa população. Desde então, as cidades periféricas no sul e no norte do país votam tradicionalmente no partido de direita hoje comandado por Netanyahu.
Vale lembrar uma frase famosa do fundador de Israel, David Ben Gurion, que claramente expressa o desprezo das elites europeias contra os judeus provenientes dos países árabes, ao fazer um balanço dessa imigração. Em um discurso no Parlamento, em 1952, ele afirmou que "eles (os judeus orientais) transformaram-se em novos judeus, já sabem como sentar em uma privada — sim, antes não sabiam... — já sabem falar hebraico, tornaram-se judeus orgulhosos e seguros de si... estão ficando civilizados e já sabem como manter a limpeza, a ordem e a disciplina".
A mágoa por terem sido tratados como judeus de segunda categoria ao chegar ao país passa de geração a geração, embora hoje as barreiras étnicas que existiam nos anos 1950 já tenham se desfeito em grande parte. "Meu pai votou no Likud, por isso eu também voto no Likud", afirmam muitos dos eleitores do partido de Netanyahu.
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O promotor José Luis Orta solicitou nesta terça-feira (07/04) a admissão da acusação e detenção a Ledezma, assim como que seja mantida a medida de privação de liberdade. Ele acusou o prefeito pelos crimes de “conspiração e associação previstos e sancionados no Código Penal e na Lei Orgânica contra a Delinquência Organizada e Financiamento ao Terrorismo”, como diz o comunicado da promotoria.
De acordo com o comunicado, a detenção de Ledezma tem relação com o caso dos jovens Lorent Gómez Saleh e Gabriel Valles, expulsos da Colômbia em setembro do último ano por fazer proselitismo e atualmente imputados por suposta vinculação com "planos conspiratórios".
À época da detenção, Maduro afirmou que Ledezma, assim como os opositores Leopoldo López e María Corina Machado, assinaram um documento intitulado “Acordo Nacional para a Transição”. Segundo o governo, o manifesto tentava tirar Nicolás Maduro do poder.
"Apenas por meio da Justiça poderemos derrotar essas tentativas de golpe de Estado e dar ao país paz em definitivo. Quem estiver envolvido em tentativas de golpe tem que pagar", disse Maduro. O presidente disse ainda que o líder opositor "esteve no golpe de Estado" contra seu antecessor, Hugo Chávez, em abril de 2002, e em "todas as conspirações" no país.
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